Trabalho, Educação do Campo e Movimentos Sociais
questões emergentes, ação coletiva e resistências
DOI:
https://doi.org/10.25247/2447-861X.2026.n267.p3-13Palavras-chave:
Trabalho, Educação do Campo, Ação Coletiva, Lutas emancipatórias, ResistênciasResumo
Este texto apresenta o dossiê Trabalho, Educação e Movimentos Sociais, publicado pelos Cadernos do CEAS, destacando suas contribuições críticas e multidisciplinares para a compreensão das questões emergentes que atravessam os sujeitos sociais do campo, das águas e das florestas no Brasil. Os artigos analisam a centralidade do trabalho como princípio educativo, categoria ontológica e mediação histórica da formação humana, articulando essa centralidade às lutas por terra, território, educação pública, agroecologia e reforma agrária popular. O dossiê problematiza as políticas educacionais de regulação, a precarização do trabalho docente nas escolas do campo, os limites da formação profissional e superior voltada aos sujeitos do campo, especialmente às juventudes rurais, o trabalho associado e cooperado como forma de enfrentamento ao trabalho análogo à escravidão e às desigualdades de classe, raça e gênero nas experiências de cooperativismo rural. Ao evidenciar práticas pedagógicas, formas coletivas de resistência e projetos emancipatórios, a publicação reafirma a Educação do Campo como construção política enraizada nos territórios e nas lutas sociais.
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