Onde o Rio Encontra o Mar, a Justiça Flui:

A Onda de Watu como Sujeito de Direitos

Autores/as

  • Camila Ferri Luciano MAPAS
  • Marina Leão

Resumen

En 2024, Linhares (ES), Brasil, aprobó la primera ley del mundo que reconoce a una ola —en la desembocadura del río Doce (Watu, para los Krenak)— como sujeto de derechos. Basada en los procesos comunitarios de recuperación tras el desastre de la represa de Fundão en 2015, la iniciativa fue impulsada por la comunidad del surf, que pasó años desconectada de la ola. Al integrar valores bioculturales, conocimientos tradicionales y enfoques científicos, la ley constituye una nueva forma de gobernanza relacional basada en los derechos de la Naturaleza. Esta presentación comparte un estudio de caso basado en la práctica que combina revisión bibliográfica y entrevistas semiestructuradas para analizar cómo los Derechos de la Naturaleza traducen ontologías ancestrales y locales en normas aplicables; qué elementos del diseño institucional (como un Comité de Guardianes multiactor) permiten su implementación; y cómo las decisiones narrativas, al nombrar la Ola como pariente y no como activo, contrarrestan la desinformación y movilizan una ética oceánica más amplia. Discutimos resultados iniciales: arreglos de gobernanza creados, la preparación de un dossier técnico con orientación jurídica (cartografías afectivas y científicas) y desafíos futuros (alfabetización jurídica y coordinación entre regímenes de cuenca hidrográfica y zona costera). En última instancia, para que la Ola continúe rompiendo, el río debe permanecer vivo.

Citas

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Publicado

2026-09-01

Cómo citar

Ferri Luciano, C., & Leão, M. (2026). Onde o Rio Encontra o Mar, a Justiça Flui: : A Onda de Watu como Sujeito de Direitos. Revista Latinoamericana De Derechos De La Naturaleza Y De Los Animales, 9(2), p. IX07(1–24). Recuperado a partir de https://portaldeperiodicos.ucsal.br/index.php/rladna/article/view/1603

Número

Sección

Dossiê: 3º Fórum Brasileiro dos Direitos da Natureza - Artigos