INDICADORES DE BEM-ESTAR PARA POVOS TRADICIONAIS (IBPT): CENTRO DE UMBANDA XANGÔ DA MATA VIRGEM

Autores

  • Everson Jaques Vargas Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)
  • Luiz Felipe Barbosa Lacerda Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP)
  • Sueli Angelita da Silva Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)
  • Adevanir Aparecida Pinheiro Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)
  • Inácio José Spohr Universidade do Vale do rio dos Sinos (UNISINOS)
  • João Batista dos Santos Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos

DOI:

https://doi.org/10.25247/2447-861X.2018.n243.p162-188

Palavras-chave:

Indicadores de Bem-estar para Povos Tradicionais. Centro de Umbanda Xangô da Mata Virgem. Povos Tradicionais. Capacidades.

Resumo

Este artigo propõe analisar a aplicação dos Indicadores de Bem-estar para Povos Tradicionais (IBPT), no contexto do “Centro de Umbanda Xangô da Mata Virgem”. Os IBPT possuem um arranjo de cinco capacidades, construídas a partir das narrativas dos próprios povos tradicionais. A organização dos procedimentos utilizados, na aplicação dos IBPT, teve como ambiente de sistematização o espaço do NEABI (Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas) – UNISINOS - São Leopoldo. O texto nos guia para um estudo apurado sobre o funcionamento do Centro de Umbanda Xangô da Mata Virgem.

 

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Biografia do Autor

Everson Jaques Vargas, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)

Graduando do curso de Psicologia - bacharelado/licenciatura e Educação Física - licenciatura - na instituição de ensino Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS. Atualmente é bolsista/estagiário do projeto intitulado Aplicação de Indicadores de Bem-estar para Povos Tradicionais (IBPT), vinculado e financiado pelo Observatório Nacional de Justiça Socioambiental (OLMA).

Luiz Felipe Barbosa Lacerda, Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP)

Psicólogo; Doutor em Ciências Sociais. Professor da Universidade Católica de Pernambuco. Secretário Executivo do Observatório Nacional de Justiça Socioambiental Luciano Mendes de Almeida - OLMA.

Sueli Angelita da Silva, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)

Assistente Social do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas – NEABI – pertencente à Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS

Adevanir Aparecida Pinheiro, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS)

Assistente Social; Pós-doutorada em Ciências Sociais. Coordenadora do NEABI/Unisinos e professora da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS.

Inácio José Spohr, Universidade do Vale do rio dos Sinos (UNISINOS)

Possui graduação em Filosofia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos e mestrado em Ciências Sociais pelo Instituto Latinoamericano de Estudios Sociales, de Santiago do Chile. Coordenador do programa GDIREC - Gestando o Diálogo Inter-religioso e o Ecumenismo, pertencente ao NEABI/UNISINOS

João Batista dos Santos, Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos

Possui graduação em História/Licenciatura pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos

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Publicado

2018-07-26

Como Citar

VARGAS, Everson Jaques; LACERDA, Luiz Felipe Barbosa; SILVA, Sueli Angelita da; PINHEIRO, Adevanir Aparecida; SPOHR, Inácio José; SANTOS, João Batista dos. INDICADORES DE BEM-ESTAR PARA POVOS TRADICIONAIS (IBPT): CENTRO DE UMBANDA XANGÔ DA MATA VIRGEM. Cadernos do CEAS: Revista crítica de humanidades, Salvador, BA, Brasil, n. 243, p. 162–188, 2018. DOI: 10.25247/2447-861X.2018.n243.p162-188. Disponível em: https://portaldeperiodicos.ucsal.br/index.php/cadernosdoceas/article/view/406. Acesso em: 12 out. 2026.

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Artigos Temática Livre

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