LUDICIDADE INCLUSIVA: O PAPEL DOS BRINQUEDOS NA REPRESENTATIVIDADE DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIAS
Palavras-chave:
brinquedo, criança, ludicidade, representatividade, inclusãoResumo
O brincar constitui uma dimensão essencial da infância, sendo responsável pelo desenvolvimento motor, cognitivo, social e emocional, além de favorecer a criatividade, a expressão simbólica e a construção de vínculos. Quando associado à representatividade, o brincar amplia seu alcance, permitindo que a criança se reconheça nas atividades lúdicas e desenvolva sentimentos de pertencimento, autoestima e respeito à diversidade. Este estudo teve como objetivo analisar, por meio de um estudo documental, a importância da ludicidade e da representatividade dos brinquedos como recursos terapêuticos no desenvolvimento infantil. Para isso, foram realizadas buscas entre junho e setembro de 2025 em bases de dados como SciELO, PubMed, LILACS e Google Acadêmico, além de consulta à Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e ao Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990). Os resultados apontaram três eixos principais: a ludicidade no contexto terapêutico pediátrico, a representatividade e inclusão nos brinquedos, e o uso dos brinquedos como recursos terapêuticos em fisioterapia pediátrica. Evidenciou-se que brinquedos diversos e representativos contribuem para o desenvolvimento integral da criança, humanizam a prática clínica e potencializam a adesão ao tratamento. Conclui-se que a ludicidade, quando aliada à representatividade, transcende o caráter recreativo, configurando-se como estratégia educativa e terapêutica que promove inclusão, diversidade e equidade. Ressalta-se a necessidade de novos estudos empíricos que aprofundem os impactos da representatividade dos brinquedos em contextos clínicos e educacionais.